Aveiro - HistóriaHistória
A mais antiga forma que se conhece do topónimo Aveiro, data de 959, altura em que a condessa Mumadona Dias doa em testamento toda a região ao mosteiro de Guimarães. "Suis terras in Alauario et Salinas" é esta a primeira referência conhecida. Chega o ano de 1434 e o rei D. Duarte concede à vila o privilégio de realizar uma feira franca anual. Lugar de almocreves que conseguiu resistir ao tempo chegando aos nossos dias como a Feira de Março. O primeiro foral conhecido de Aveiro é manuelino e data de 4 de Agosto de 1515, constando do Livro de Leituras Novas de Forais da Estremadura.
Apesar dos atractivos, no final do século XVI, princípios do XVII vai registar-se um forte movimento de emigração populacional que leva à significativa diminuição do numero de habitantes. A razão desta mudança ficou a dever-se à instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar que levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto e criando condições de insalubridade provocadas pela estagnação das águas da laguna. Com menos população, Aveiro protagoniza uma grave crise económica e social. Foi, porém, e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filipina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia.
Chega o ano de 1759 e D. José I eleva Aveiro a cidade. Anos mais tarde, em 1774, a pedido de D. José, o papa Clemente MV instituiu uma nova diocese, com sede em Aveiro.
Texto de Joana Simões especialmente para o regiaocentro.net
COMENTÁRIOS DOS LEITORES |
Click for weather forecast
NEWSLETTERSubscrever a newsletter:Sair da newsletter:ARRENDA-SE.NETQuartos, apartamentos, casas, etcRECADINHOSÚltimos recadinhos dos leitores:Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country. RELÓGIOVeja que horas são no mundoNOTÍCIASJornal O PÚBLICONo TikTok, jovens cruzam o culto do corpo com misoginia e anti-semitismo O PÚBLICO mapeou cem contas portuguesas no TikTok que revelam novos ângulos da manosfera. A arquitectura social levou este prédio das Fontainhas da ruína à habitação colectiva Foi a paixão pelo aspecto social da arquitectura a guiar o trabalho de André Camelo, que transformou um prédio comprometido das Fontainhas, no Porto, numa habitação colectiva, social e "lúdica". Metro Mondego sofre ataque ransomware e dados pessoais dos titulares de passe podem ter sido copiados Navio vietnamita afunda-se no mar do Sul da China, prosseguem buscas por desaparecidos “Os avós não são um recurso inesgotável”: como impor limites para evitar a sobrecarga NOTÍCIASJornal EXPRESSO |