O efeito placebo – da patranha de Asclépio ao estreito de Ormuz
O negócio das gomas floresce e a expectativa é que assim prossiga. Servem para tudo, como é costume nestas andanças, desde o sono que está irrequieto ao vigor sexual que se deseja mais inquieto.
A guerra como distracção
O conflito parece ter nascido para distrair a população dos problemas domésticos (como o caso Epstein) — o The Guardian chamou-lhe “diversionary war” (guerra de distracção). Editorial deSónia Sapage
Regresso do futuro
Regressa-se ao velho mundo com a percepção de que a ambição de desenvolvimento na Ásia não tem paralelo com a Europa, e regressar a Lisboa é como um regresso do futuro. Opinião de Arlindo Oliveira
Os níveis adequados de literacia, numeracia e inglês
Criar no acesso ao ensino superior mais marcas que vão impossibilitar o funcionamento do elevador social é criminoso numa sociedade que já é brutalmente desigual. Opinião de Paulo Mendes Pinto
O Irão precisa apenas de não perder depressa
A ideia de que regimes como o iraniano operam segundo uma lógica apenas transacional ignora o peso das convicções ideológicas. Trump não compreende regimes que veem para além dos interesses materiais. Opinião de Manuel Serrano
Saramago, a revisão curricular ou a diluição do Nobel da Literatura
Esta revisão curricular, ao diluir José Saramago, o único Nobel da nossa língua e literatura, o que faz é despromover a própria literatura e a língua, o seu ensino consciente e exigente. Opinião de António Carlos Cortez