regiaonorte.net
Sem FOTO:1

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

cruzamento entre a Praça de Carlos Alberto e a Rua do Carmo, na freguesia da Vitória, Porto

Nas proximidades da Igreja e Torre dos Clérigos, localiza-se a Igreja do Carmo ou Igreja da Venerável Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, no cruzamento entre a Praça de Carlos Alberto e a Rua do Carmo, na freguesia da Vitória, Porto. Foi construída na segunda metade do século XVIII, entre 1756 e 1768, pela Ordem Terceira do Carmo, cujo projecto de marca barroco/rococó é da autoria do arquitecto José Figueiredo Seixas. A construção do hospital começou mais tarde, ficando concluído em 1801.

A fachada frontal, de cantaria, é ricamente trabalhada e possui um portal retangular, ladeado de duas esculturas religiosas dos profetas Elias e Eliseu executadas em Itália. Está rematado por um amplo frontão e no corpo superior da frontaria, os coruchéus e esculturas das figuras dos quatro Evangelistas, revelam influências do estilo “barroco Italiano” criado por Nicolau Nasoni.

A fachada lateral da Igreja do Carmo está revestida por um grandioso painel de azulejos datados de 1912, desenhado por Silvestre Silvestri, pintado por Carlos Branco e executado nas fábricas do Senhor do Além e da Torrinha, em Vila Nova de Gaia. Representam cenas alusivas à fundação da Ordem Carmelita e ao Monte Carmelo. O interior da Igreja do Carmo possui retábulos desenhados por um dos maiores mestres entalhadores portugueses, Francisco Pereira Campanhã.

Esta igreja está geminada com a Igreja dos Carmelitas Descalços, do lado oeste, que pertencia ao extinto convento, hoje ocupado pela Guarda Nacional Republicana. Depois da autorização régia em 1616 para a instalação dos carmelitas no Porto, a sua construção decorre entre 1619 e 1628. De fachada maneirista erudita, encerra valioso património retabular barroco e rococó; o órgão de tubos e um retábulo-mor é da autoria de José Teixeira Guimarães, grande mestre entalhador da segunda metade do século XVIII.

As duas igrejas formam um monovolume provocando enorme impacto visual, que, para o observador menos atento, pouco permite diferenciar a existência dos dois elementos. Foi classificada como Monumento Nacional a 3 de Maio de 2013, em conjunto com a Igreja dos Carmelitas adjacente.

 

 

 

 

 

 


COMENTÁRIOS DOS LEITORES


Find more about Weather in Coimbra, PO
Click for weather forecast


NEWSLETTER

Subscrever a newsletter:



Sair da newsletter:

ARRENDA-SE.NET

Quartos, apartamentos, casas, etc

RECADINHOS

Últimos recadinhos dos leitores:

Congratulations for the site. It is very nice to get more informations about Portugal. A beautiful country.
Matheus Smith 2016-07-30 23:39:20


RELÓGIO

Veja que horas são no mundo

NOTÍCIAS

Jornal O PÚBLICO

Portugal continua a falhar no mercado único
A interação do Governo com as empresas seria tanto mais valiosa quanto mais pudesse incorporar as queixas que frequentemente se ouvem: as de que o legislador nacional é mais papista do que o Papa. Opinião de Ricardo Arroja

A pandemia de resultados
Não podemos negar a importância da IA no ensino. Mas também não podemos negar os seus efeitos negativos, que devem ser mitigados na medida do possível. Opinião de Maria Conceição A. Silva

Nem regiões, nem distritos…
É obrigatório que o continente tenha regiões administrativas, mas pode nunca as ter, pois é preciso, para as criar, um muito complicado referendo que lhes seja favorável. Opinião de António Cândido de Oliveira

Como uma cidade envolvente de um rio se pode preparar para a próxima grande cheia?
A segurança não pode ser tratada como uma variável secundária, sobretudo quando dela depende a proteção de extensas áreas urbanas e agrícolas. Opinião de P. Proença Cunha

Risco sistémico, segurança tecnológica e coesão territorial
É enorme a responsabilidade da academia em participar no esforço coletivo das comunidades tendo em vista evitar que o risco climático sistémico produza uma nova tragédia dos recursos comuns. Opinião de António Covas

Pobres biblio-excluídos
O iPad sem Internet não tem graça nenhuma. É um parasitazinho, que também não passa sem electricidade. Já um livro só precisa que nasça o dia. Crónica de Miguel Esteves Cardoso

NOTÍCIAS

Jornal EXPRESSO

(c) 2014 Portal regiaonorte.net

Termos de Serviço

Privacidade